Observador e o Observar
Todos os cientistas explicam o que observam. Essa capacidade de observar é intrínseca do observador. Ao observar um observador distingue diferentes tipos de correlações senso-efetoras do organismo observado, observando se as mudanças estruturais que dão origem são resultado de perturbações do meio (percepções) ou de mudanças internas do próprio organismo (alucinações).
Conduta Adequada: é uma conduta que satisfaça a quem fez a pergunta, é uma forma de expressão do conhecimento.
“A conduta é algo que se vê, é as mudanças de estado de um organismo em seu meio, tal qual vistas por um observador, por um olho, esse sujeito que enxerga descreve essas mudanças de estado do organismo em seu meio como conduta.” (p.62)
Por exemplo, se um critério é determinado pelo professor, nossa conduta é adequada somente uma vez que satisfizermos as exigências dele. Professor e estudante tem uma história de interações quando a conduta adequada do estudante revelar uma coerência no domínio de interações (espaço de convivência) com o professor (têm modificações estruturais na relação). Se essa coerência é interrompida então o estudante não tem uma conduta adequado aos olhos do professor.
A conduta de o um organismo é uma descrição que o observador faz de uma seqüência de mudanças estruturais que o organismo exibe em relação ao meio que é observado. Ela ocorre na relação entre ser vivo e ambiente.
Explicação: é uma resposta satisfatória, que depende de quem faz a pergunta
Explicação Científica: não tem como aspecto principal a predição, mas sim a proposição de um mecanismo que gera (origina) o fenômeno a ser explicado e outros fenômenos que você também pode observar e são aceitas como tais na comunidade dos cientistas na medida em que satisfazem os critérios de validação. As explicações científicas são proposições mecanicistas. Essa explicação é valida até o momento em que encontro fenômenos que não são explicados por ela.
P.S.
Bibliografia
MATURANA, H. A Ontologia da Realidade. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1997
MAGRO, C.; GRACIANO, M; VAZ, N. (Org.)
Todos os cientistas explicam o que observam. Essa capacidade de observar é intrínseca do observador. Ao observar um observador distingue diferentes tipos de correlações senso-efetoras do organismo observado, observando se as mudanças estruturais que dão origem são resultado de perturbações do meio (percepções) ou de mudanças internas do próprio organismo (alucinações).
Conduta Adequada: é uma conduta que satisfaça a quem fez a pergunta, é uma forma de expressão do conhecimento.
“A conduta é algo que se vê, é as mudanças de estado de um organismo em seu meio, tal qual vistas por um observador, por um olho, esse sujeito que enxerga descreve essas mudanças de estado do organismo em seu meio como conduta.” (p.62)
Por exemplo, se um critério é determinado pelo professor, nossa conduta é adequada somente uma vez que satisfizermos as exigências dele. Professor e estudante tem uma história de interações quando a conduta adequada do estudante revelar uma coerência no domínio de interações (espaço de convivência) com o professor (têm modificações estruturais na relação). Se essa coerência é interrompida então o estudante não tem uma conduta adequado aos olhos do professor.
A conduta de o um organismo é uma descrição que o observador faz de uma seqüência de mudanças estruturais que o organismo exibe em relação ao meio que é observado. Ela ocorre na relação entre ser vivo e ambiente.
Explicação: é uma resposta satisfatória, que depende de quem faz a pergunta
Explicação Científica: não tem como aspecto principal a predição, mas sim a proposição de um mecanismo que gera (origina) o fenômeno a ser explicado e outros fenômenos que você também pode observar e são aceitas como tais na comunidade dos cientistas na medida em que satisfazem os critérios de validação. As explicações científicas são proposições mecanicistas. Essa explicação é valida até o momento em que encontro fenômenos que não são explicados por ela.
P.S.
Bibliografia
MATURANA, H. A Ontologia da Realidade. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1997
MAGRO, C.; GRACIANO, M; VAZ, N. (Org.)